sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A GRANDE REPARTIÇÃO [ Reflexão]


" Da multidão dos que criam, era um só o coração e uma só a alma, e ninguém dizia que coisa alguma das que possuía era sua própria, mas todas as coisas lhes eram comuns." ( Atos 4:32 )

Criam os cristãos primitivos, que algo que possuíam não lhes pertenciam. Tudo lhes seria dado por Deus, por isso não lhes eram próprios, e, tinham que ser repartidos com os mais necessitados, pois lhes eram comuns.
Quanto mais os apóstolos davam testemunhos da ressurreição do Senhor Jesus Cristo, mais a graça de Deus aumentava para todos.

" Com grande poder os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos havia abundante graça." ( Atos 4:32 )

A grande repartição fazia parte daqueles que possuíam bens. Eles vendiam o que tinham, traziam o apurado e colocavam aos pés dos apóstolos.
Assim funcionava a justiça social da época; repartido pelos apóstolos aos que necessitavam, todos se fartavam daquilo que era tido pela multidão, que vendia, e, fazia a grande repartição.
Diz a palavra de Deus, que Barnabé, também comovido com o que via, vendeu um campo que tinha, e depositou, também aos pés dos apóstolos, para o mesmo fim.

" Então José, cognominado pelos apóstolos Barnabé ( que quer dizer, filho de consolação ), levita, natural de Chipre, possuindo um campo, vendeu, trouxe o preço e o depositou aos pés dos apóstolos." ( Atos 4:36,37 )

Sejam, assim como os crentes primitivos, repartindo com os necessitados aquilo que temos.
Sabemos que é difícil; enquanto alguns só pensam em si, e ajuntando cada vez mais, sem enxergar na frente dos seus olhos as necessidades dos menos favorecidos.

Um recadinho, aproveitando esta meditação:

Neste domingo, 3 de Outubro de 2010 é um bom momento para se pensar em repartir nosso votos naqueles que pensam realmente em fazer algo que se assemelha ao feito pelos apóstolos, e não somente olham para as suas contas bancárias e suas poupanças.

Um bom dia a todos e que Deus possa iluminar os futuros governantes de nossa pátria.

J. Lanes

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