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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Vejam o que disse um Físico Nuclear a respeito de Israel.

Físico Nuclear Prova MATEMÁTICAMENTE que D’s Esta Protegendo Israel

Dr. Gerald Schroeder Cientista Físico Nuclear
Dr. Gerald Schroeder Cientista Físico Nuclear
Físico nuclear, Gerald Schroeder, um investigador conhecido no passado no Instituto Weizman e Universidade Hebraica, simplesmente não pode ser acusado de pensamento científico.
Ao observar as estatísticas que não parecem lógicas, a maioria dos colegas de Schroeder admitim que houve “sorte” envolvida.
A existência do Estado de Israel, o fato de que havia tão poucas mortes dos mísseis Scud disparados a Israel durante a Guerra do Golfo, todos aparecem, na superfície, para ser um golpe de sorte. Schroeder, no entanto, se recusa a chamá-lo de “sorte”. A sorte não é apenas um termo cientificamente sólido. Para os físicos nucleares como Schroeder, A melhor declaração é dizer  que D’s está protegendo seu povo.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Pelo menos já é um caminho.

Cientistas israelenses detectam
“Mal de Parkinson” pela caligrafia


Uma equipe de cientistas da Universidade de Haifa, em Israel, garante que pode fazer um diagnóstico precoce da doença de Parkinson a partir da caligrafia. O teste implica em apenas escrever o nome. Com isto sinais dos primeiros estágios da doença são revelados com uma eficácia de 97,5%. “Enquanto se escreve, conseguimos imensa informação. Se pudermos compará-la com a de pessoas tidas como saudáveis, por detrás da letra manuscrita específica de cada pessoa há alguns sinais que indicam se ela está a desenvolver o mal de Parkinson ou outras doenças”, explica Sara Rosenblum. Ainda não há quaisquer testes clínicos que permita diagnosticar o “Mal de Parkinson” com um mínimo de certeza. Os tremores, por exemplo, são sintomas, mas, na regra geral, eles só aparecem quando a doença já está instalada e afeta o controle cognitivo e os movimentos. Especialistas concordam que qualquer método de diagnóstico antecipado é crucial para um tratamento eficaz.
“Agora temos uma ferramenta que talvez nos permita diagnosticar a doença precocemente e iniciar o tratamento, antes de surgirem os sintomas mais graves, quando as pessoas já não conseguem andar”, acredita a neurologista Ilana Schlesinger. “É uma tarefa que implica uma ligação entre o cérebro e as mãos. A forma como é desempenhada, como é documentada, com a medição objetiva do tempo que foi gasto no processo, do espaço em que decorre, da pressão e do posicionamento da caneta. E assim conseguimos avaliar de fato o estado da ligação entre o cérebro e as mãos”. Não existe cura para a doença de Parkinson, mas para a especialista, com a detecção precoce será pelo menos possível tratar e controlar os sintomas mais cedo, antes de afetarem a qualidade de vida do paciente.


Crédito: Jornal Alef