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terça-feira, 15 de outubro de 2013

A BATERIA DO FUTURO CHEGOU.

A BATERIA DO FUTURO CHEGOU.

Empresa israelense
cria bateria solar "eterna"
Uma bateria com energia infinita. Esta é a mais recente descoberta da empresa israelense Sol Chip, com sede em Haifa. Trata-se da primeira bateria solar do mundo que é capaz de se recarregar sozinha para fornecer energia a sensores sem fio e dispositivos eletrônicos móveis. Operável à luz do sol e em ambientes com pouca luz, as baterias são um resultado da polinização cruzada das tecnologias de células solares e microchips.
“A empresa oferece a tecnologia que faltava e que melhorará a vida das baterias ou, em muitos casos, eliminar a necessidade de uma bateria como fonte de energia em aplicações de baixo consumo”, explica Shani Keysar, CEO e fundadora da Sol Chip. “A ideia é que os chips precisam de energia, então por que não dar a energia a eles diretamente?”. Antes da Sol Chip, Shani teve uma ampla experiência como pesquisadora no Technion e, mais tarde, passou 15 anos na indústria de semicondutores. Foi durante os últimos anos que a ideia de uma bateria solar foi concebida, a partir da sua pesquisa inicial sobre como a energia solar pode ser utilizada para combater os crescentes níveis de poluição das muitas empresas industriais de Haifa.
O produto atual da empresa está limitado a uma saída de 8,4 volts de energia. Embora seja considerada uma saída relativamente baixa, ela pode fornecer energia para uma ampla gama de dispositivos de uso externo. Como um primeiro passo, a empresa está trabalhando em adaptar as baterias solares em sensores que são utilizados amplamente nas áreas da agricultura, atividade rural, testes meteorológicos, bem como em aplicações relativas à segurança. Um mercado que a Sol Chip espera abordar é a indústria leiteira. Muitas vezes, monitores são fixados em vacas, para coletar informações sobre o animal e garantir a qualidade do leite. Entretanto, esses sensores funcionam atualmente com baterias que precisam ser substituídas. A Sol Chip diz que a sua bateria poderia ser um substituto econômico e ecológico.
A Sol Chip já está trabalhando com a Netafim, uma empresa israelense que se especializa em tecnologia de irrigação por gotejamento para a agricultura, para substituir as baterias nos seus gotejadores pela bateria solar. A principal vantagem do uso das baterias solares da Sol Chip é óbvia: economia nos custos de manutenção para os clientes a longo prazo, à medida que ela elimina os altos custos que envolvem a substituição das baterias. Se um agricultor precisa substituir uma bateria em um sensor externo atualmente, ele precisa enviar a unidade para a fábrica ou contratar os serviços de um técnico para o campo para substituí-la. Ambos os métodos são caros.
Embora as células solares já existissem há bastante tempo e os microchips sejam a base dos dispositivos eletrônicos, a Sol Chip afirma que não há nenhuma empresa conhecida na indústria de semicondutores que tenha integrado com sucesso células solares dentro do processo padrão de fabricação de chips de uma forma rentável. O projeto da Sol Chip foi apresentado pela primeira vez na "Conferência e Exposição Internacional", o principal evento de captação de energia do mundo, realizado em abril em Berlim.
Crédito: Alef News

domingo, 23 de junho de 2013

A vingança do Senhor.

Um pouquinho de Bíblia.


"Não castigaria eu essas coisas? diz o Senhor; não me vingaria eu de nação como esta?
Coisa espantosa e horrenda se anda fazendo na terra."
Jeremias 5:29,30


Quando se lê o texto acima nos vem à memória os protestos, as passeatas, as manifestações que são organizadas por setores da sociedade.
Por que se fazem tantos protestos.
O texto diz: coisas horrendas estão fazendo na terra; eu adaptaria aqui para: fazendo aqui no Brasil.
Os seus governantes ignoram os clamores populares e continuam fazendo de tudo para tirar a paciência dos jovens e adultos do sério, até culminar com protestos nas praças, ruas e até invasões de próprios públicos.
Culpa de quem?
O senhor adverte a todos. Não castigarei eu estas coisas?
Podem ter certeza de uma coisa; Deus não dormita nem toscaneja. Chegará um hora que dará um basta em tudo isso.
Oremos todos para que o Senhor possa, na sua misericórdia, tirar esses elementos que estão a serviço de satanás do meio dos meninos de bem que estão alimentados da fé em um Brasil maior, moderno, sem corrupção, com escolas e saúde de qualidades, transportes e segurança, que todos nós possamos nos orgulhar de tudo, de todos e, até de seus governantes.

Pense nisso.
Leitura Bíblica: Jeremias, capitulo 5

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Historinhas tristes.

"Educadores e educados: eis a questão!"
Mauro Wainstock
Jornalista, cronista e editor de livros
Se você tem filhos abaixo dos cinco anos, este texto é para você. Se você é um filho acima desta idade, este artigo também é para você. Mas o bom senso adverte: as linhas a seguir são impróprias para crianças, de todas as idades, afinal, vamos falar sobre músicas e histórias infantis.
De forma geral, elas são, simplesmente, aterrorizantes. No solitário berçário, o início da imaginação. Apesar da positiva intenção, o começo da ilusão. A partir daí, só decepção, mesmo sendo ficção. Cena familiar: o bebê tentando dormir com a canção "Nana neném que a Cuca vai pegar, mamãe foi para a roça e papai foi trabalhar". Deixaram o indefeso sozinho, desesperado, prestes a ser atacado. Buá! Pesadelo assim, nem pensar. Sonhar, só com muita paz, esta não é a maneira eficaz.
Mas tem mais: o que dizer de "Atirei o pau no gato, mas o gato não morreu..."? Tentativa de homicídio frustrada. Deveria ser censurada. E a "Dona Francisca (Chica)", logo ela, admirou-se com o "berrô" de sofrimento da pobre criatura, mas não fez coisa alguma. No mínimo, deveria ter dado uma dura... miau!!!
E por falar em animal, um exemplo magistral: "Boi, boi, boi... boi da cara preta, pega esta criança que tem medo de careta!". Defina como quiser: ameaça, bullying, racismo ou todas as alternativas anteriores. Sem valores. Já na natureza, muita tristeza: "O cravo brigou com a rosa. Ele saiu ferido e a rosa despedaçada". Quanta crueldade, só maldade!
Mas também tem tragédia: "A canoa virou, pois deixaram ela virar (como assim???), foi por causa do (nome da criança) que não soube remar". Conclusão: culpa, incompetência, futuro trauma. Faltou bondade. E o mínimo de solidariedade. Nem o amor escapou: "O anel que tu me destes era vidro e se quebrou... E o amor que tu me tinhas era pouco e se acabou...". Um simples símbolo na mão estilhaçou o sincero desejo do coração. Humilhação, sem final feliz.
Agora, as historinhas infantis. Doce fantasia, muita covardia. Era uma vez o Pinóquio, que ficou famoso por ser mentiroso. Exemplo do mal, quanta cara de pau! Chegamos a outro ponto: o conto do "Chapeuzinho Vermelho". Não dá para dar desconto, trata-se de um confronto. A ingênua garotinha leva uma cestinha para a sua querida vovozinha. Mas encontra o lobo sedutor; assassinado pelo caçador protetor. Apesar do "Happy end", suspense, crime, violência. Que terror, assustador! E se encurtássemos a versão, deixando a protagonista ser "devorada" pelo abominável ladrão (canibalismo ou pedofilia)? Aí sim, a moral da história seria: não se deve falar com estranhos, principalmente se forem animais. Devastador!
Neste apavorante universo infantil, práticas nocivas são transmitidas inconscientemente, reforçadas repetidamente e consolidadas espantosamente. Francamente! A saudável convivência cede espaço à incoerência, a conscientização se desvencilha da razão, apesar da emoção. E a moral, ideal, não entra na história. Nenhuma vitória! Na inversão de valores, o ensinamento de horrores: um lado obscuro outro sem futuro. Este sim: real, fatal!
No final, a lição: a educação, mais do que diversão, uma importante questão. Exige urgente transformação. Na individualidade, a responsabilidade; na ação coletiva, o presente formador para o amanhã de louvor.
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